A programação artística promove mais de 70 concertos e é realizada nos mais diferentes espaços fechados e open-airs como: teatros, shoppings, praças, igrejas, escolas, universidades, creches, hospitais, e empresas.
Os concertos são divididos em séries: “Música nos Teatros”, “Música na Cidade”, “Música na Capela”, “Música e Saúde Unimed”, “Música na Região” e “Música nos Bares”.
Através dos seus realizadores o Festival investe no processo cultural de regionalização, levando a música a várias cidades paranaenses.
TEATRO UNIVERSITÁRIO OURO VERDE | Dias 11 e 13/7 | 20h30
Orquestra Sinfônica da
Universidade Estadual de Londrina
Daniel Guedes
Carioca, nascido em 1977, Daniel iniciou seus estudos de violino aos sete anos com seu pai e logo ingressou no Conservatório Brasileiro de Música. Em 1991 ganhou bolsa de estudos da Capes para estudar em Londres, tendo sido aluno de Detlef Hahn na Guildhall School of Music. Posteriormente cursou bacharelado e mestrado na Manhattan School of Music de Nova York, na classe de Pinchas Zukerman e Patinka Kopec no Pinchas Zukerman Performance Program, com bolsas da Vitae e da Capes. Estudou música de câmera com Sylvia Rosenberg, Isidore Cohen e Arnold Steinhardt. Foi vencedor dos concursos Jovens Concertistas Brasileiros(1991), Bergen Philharmonic Competition(1998) e Waldo Mayo Memorial Award(2000), prêmio este que lhe valeu um concerto no Carnegie Hall de Nova York tocando o Concerto n°1 de Max Bruch. Desde os 10 anos Daniel Guedes vem se apresentando como recitalista, camerista e solista das principais orquestras brasileiras e também nos EUA, Canadá, Inglaterra, Noruega, Itália e América do Sul. Vem também atuando como violista e regente de diversas orquestras de câmara. Tocou junto a importantes músicos como Shmuel Ashkenasi, Alex Klein, Ricardo Castro entre outros. Leciona no Conservatório Brasileiro de Música e no Instituto Bacarelli em São Paulo, além de participar de importantes festivais como o Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão, e o FEMUSC, em Santa Catarina. Recentemente foi aprovado em primeiro lugar em concurso público para professor do quadro da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). O crítico de música Carlos Augusto Dantas, do jornal Tribuna da Imprensa o considerou como “o Nelson Freire do violino”. O Jornal do Brasil o avaliou como “um dos principais violinistas de sua geração”..
Cubana de nascimento, a maestrina Elena Herrera, tem sido reconhecida pela sua trajetória na Pedagogia Musical e na Regência Orquestral. Formou-se em Piano em 1972.
Foi discípula do maestro alemão Olaf Koch e em 1982 formou-se como Regente e Licenciada em Música no no Instituto Superior de Artes de Cuba.
Sua carreira como regente orquestral iniciou-se em 1980 com a Orquestra Sinfônica de Matanzas, Cuba, e, em 1985 ocupou o cargo de Diretora Geral da Ópera de Cuba.
Com a inauguração dos festivais de Arte Lírica, promovidos por Alicia Alonso em 1987, Elena Herrera começa uma intensa carreira internacional recebendo a ‘Distinção da Cultura Polonesa’ em 1988.
Sua grande trajetória inclui regências de óperas e concertos sinfônicos na Polônia, Brasil, Colômbia, Espanha e Porto Rico.
No ano de 1996 foi nomeada Regente Titular da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional de Brasília. Em 1999 recebe o cargo de Assessora Musical da Secretaria de Educação do Distrito Federal de Brasília.
Em 2000 assumiu a regência do “Coral Brasília”, com quem realizou uma turnê pela Europa.
No período de 2001 a 2004 foi Regente Titular da Orquestra Sinfônica da Paraíba. No Brasil, regeu a Orquestra Sinfônica do Festival de Música de Belém do Pará e, na cidade de São Paulo, a Orquestra Sinfônica Estadual, a Orquestra Sinfônica do Teatro Municipal, a Orquestra Experimental de Repertorio e em 2003 regeu um concerto sinfônico com a Orquestra Sinfônica da Cidade de Chihuahua, México.
Em 2005 regeu concertos sinfônicos com a Orquestra Sinfônica da Cidade de Oviedo (Espanha) e a Orquestra Sinfônica de San Juan no encerramento do Festival Iberoamericano das Artes de Porto Rico. Em 2006 foi contratada pelo Teatro Villamarta de Jerez de la Frontera, e pela Asociação Asturiana da Ópera em Oviedo, Espanha. Elena Herrera integra a Academia de Artes e Música do Brasil.
A Orquestra Sinfônica da Universidade Estadual de Londrina, primeira orquestra sinfônica do Paraná, foi criada oficialmente em 14 de março de 1984, na gestão do Reitor Dr. Marco Antonio Fiori, tendo como objetivos: interpretar e difundir o repertório sinfônico tradicional e contemporâneo com ênfase na música brasileira; dar suporte às atividades acadêmicas dos cursos ligados à área de música, através de integração com o ensino, pesquisa e extensão.
A OSUEL é formada por músicos profissionais contratados mediante concurso público e a incumbência de iniciar este trabalho coube ao Maestro Othônio Benvenuto, que já em 1978 realizava as primeiras experiências com um pequeno grupamento instrumental intitulado “Conjunto Música”, que aos poucos foi crescendo e atuando junto ao Coral da UEL.
Sucedendo ao trabalho pioneiro do maestro Benvenuto, a OSUEL foi dirigida pelos maestros: José Eduardo Gramani, Cláudia Feres, Norton Morozowicz, Evgueni Ratchev, Wagner Polistchuk, Martin Tuksa e Henrique Vieira. Desde setembro de 2008, a OSUEL está sob a regência e direção artística da maestrina Elena Herrera (Cuba, Brasil).
Paralelamente aos concertos de gala, apresenta os “Concertos Didáticos”, projeto educacional com o objetivo de, através de aulas-concertos, contribuir para a formação cultural de estudantes da rede de ensino.
Em 1999, a OSUEL gravou o primeiro CD e no final de 2000 realizou a gravação ao vivo em concerto da ‘Temporada Ouro Verde’ do segundo CD intitulado Compositores Brasileiros. Em outubro de 2003, recebeu a “Comenda Ouro Verde”, homenagem prestada pela Câmara Municipal de Londrina.
Entendemos que a Orquestra é uma entidade cultural que visa estimular a apreciação musical da população a ponto de possibilitar aos cidadãos ferramentas para que os mesmos ampliem o seu repertório musical histórico assim como possam formular uma opinião crítica sobre asmais diversas manifestações estéticas ao longo da história da música ocidental.
Desfile Festivo Caixa | Calçadão | Dia 11/7 | 10h30
Sexta na Concha | Concha Acústica | Dia 17/7 | 18h
Marajó Veículos | Dia 21/07 | 12h
Teatro Universitário Ouro Verde | Dia 23/7 | 20h30
Banda de Música Municipal
“Manoel Florêncio”
José Carlos Marques Pereira, regente
A banda que veio de Corumbá, MS para o Festival de Música se apresenta agora na Concha Acústica. O conjunto, formado por 32 instrumentistas, apresenta sob a regência do maestro José Carlos de Oliveira, um programa variado com mambos, rumbas, boleros, com direito a canções de Enio Morriconi, Mozart e compositores brasileiros.
BIG BAND DE PARANAVAí,
BIG BAND LONDRINA E
BANDA DE MúSICOS DE LONDRINA
• Regência: Vitor Gorni e Gilberto de Queiroz
• Participação especial: Coro Juvenil e
Coro UEL da Casa de Cultura UEL
• Preparação dos Coros: Lucy Schimiti e Jailton Santana
A celebrada pianista coreana, vencedora de concursos internacionais, faz sua estréia no Festival de Londrina. No programa, primeira audição nacional da obra do espanhol Anton Abril Garcia: Variações Líricas de 2008. Completando o repertório, Variações Sérias de Mendelssohn e Carnaval de Viena de Schumann.
Grupo Regional Carioca, Rio de Janeiro
Tiago Souza (bandolim), Julião Rabello Pinheiro (7 cordas),
Rafael Mallmith (violão), Ana Rabello (cavaquinho), Marcus
Thadeu dos Santos (pandeiro)
O Regional Carioca é um dos mais jovens conjuntos de choro do Rio de Janeiro. Atua desde 2002 com um objetivo específico: dar continuidade ao trabalho dos conjuntos ‘Época de Ouro’ e ‘Regional do Canhoto’ criados respectivamente por Jacob do Bandolim em 1964 e por Canhoto na década de 40. Três de seus cinco componentes vêm de famílias tradicionais do choro: o bandolinista Tiago Souza é filho do ronaldo do Bandolim, a cavaquinista Ana Rabello e o violonista Julião são filhos do poeta e compositor Paulo César Pinheiro e da cavaquinista Luciana Rabello.
O pandeirista Marcus Thadeu e o violonista Rafael Mallmith são professores da Escola Portátil de Música do Rio de Janeiro.
Glêsse Collet é Doutora em Viola pela Universidade Federal da Bahia. Na Universidade de Brasília (UnB) cursou as graduações de Licenciatura em Música e Bacharelado em viola.
Atua como professora do Departamento de Música da UnB desde 1993, responsável pelas disciplinas de Viola, Música de Câmara e Prática de Orquestra.
Desde 2006 é Vice-Diretora do Instituto de Artes da UnB. Orienta a orquestra de cordas dos alunos, tendo como tônica a exploração e divulgação do repertório para esta formação, com ênfase na música brasileira.
Tem ministrado cursos nos principais festivais de música do país como: Brasília, Londrina, Campos do Jordão, Juiz de Fora, Belo Horizonte, Paraíba.
É violista na Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional de Brasília, desde 1982.
Como solista atuou em concertos regidos por Gerald Kegelmann, Piero Bastianelli, Eric Vasconcellos, Ricardo Vasconcellos, Silvio Barbato, Oswaldo Colarusso.
Como integrante do Quarteto de Brasília, do qual é membro fundador, percorreu diversos países das Américas, Europa e Ásia e recebeu os seguintes prêmios: Prêmio Sharp de 1993, no segmento “melhor CD de música clássica”, o Prêmio OK em 1995, a Medalha da Ordem do Mérito Cultural do DF em 2001, o 9º Prêmio Carlos Gomes de Música Erudita, categoria “Melhor Grupo de Música de Câmara do Ano” em 2004 e o ”Prêmio Brasil de Excelência” da ALMUB em 2006.
Com o Quarteto de Brasília tem nove CDs gravados. “Brasil Erudito” é seu primeiro CD solo com peças para Viola e Piano e Viola Solo.
Tadeu Coelho é atualmente professor de flauta na Universidade North Carolina School of the Arts nos Estados Unidos. Antes disso, integrou o corpo docente da Universidade de Iowa e da Universidade do Novo México. Foi professor visitante na Academia de Música Ino Mirkovich na Croácia. É Doutor em Flauta pela Manhattan School of Music, onde recebeu orientação de Julius Baker e Ransom Wilson. Tadeu Coelho é frequentemente solista em concertos de música de câmera e ministra Master class nos Estados Unidos, Europa, Austrália, Ásia e América Latina. Atuou como primeira flauta das seguintes orquestras: Santa Fe Symphony (USA), Hofer Symphoniker (Alemanha), e Spoletto Festival Orchestra (Itália), entre outras. Foi convidado da Sinfônica de Boston no verão de 1996. Tadeu gravou vários CDs e é responsável por várias encomendas de composições novas para flauta.
Andre Ehrlich iniciou seu aprendizado de clarineta com José Máximo Ribeiro Sanches em São Paulo. Foi premiado em vários concursos, como o Concurso Jovens Intrumentistas Brasil (1981 e 1983) e o Concurso Internacional Jovens Concertistas (1986), entre outros. É Membro fundador da Orquestra Sinfônica do Paraná. Em 1987 mudou-se para a Alemanha, onde em 1996 concluiu sua pós-graduação na Escola Superior de Música de Detmold obtendo nota máxima com louvor. Atualmente, além de Primeiro Clarinete da Orquestra Sinfônica do Paraná, frente a qual já solou múltiplas vezes, exerce intensa atividade camerística e didática. Tocou como músico solista com a Camerata Florianópolis em 2005, 2006 e 2008. Foi professor de clarinete nos últimos três anos no Festival de Música de Londrina. Integra o trio Rerum Novarum.
José Medeiros é natural de Patos (PB). Foi oboé principal da Orquestra Sinfônica da Paraíba, da Orquestra Sinfônica do Recife, da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (Belém) e da Filarmônica Norte-Nordeste. Como professor, atuou em Festivais no Brasil e no exterior, tais como: Festival Eliazar de Carvalho ( Fortaleza – CE), Festival de Inverno de Londrina – PR, Festival das Sete Artes de Palmas – PR, Festival Internacional de Música de Câmara do Pará, Festival Internacional de Verão de Brasília – DF, Festival de Artes de Tunja – Colômbia. Lecionou oboé na Universidade Federal do Amazonas, na Universidade de Brasília (UnB) e no Conservatório Carlos Gomes de Belém do Pará. Atualmente é oboé solista da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Cláudio Santoro, integrante do Quinteto de Sopros de Brasília e docente de oboé do Programa de Módulos do Bacharelado da Universidade Estadual do Pará
A Profa. Dra. JANET GRICE lecionou na Universidade de Rutgers, na St. Joseph´s College de Nova Iorque e no Instituto Lincoln Center. Atualmente ensina fagote na escola de música de Hoff Barthelson e leciona música instrumental no Fordham Arts High School em Nova Iorque. Como bolsista do Fulbright conduziu pesquisa no Brasil sobre a música brasileira e a música latino-americana. Janet é treinada tanto na música clássica quanto no jazz, e como um compositor costuma fundir as duas linguagens. Seus professores de jazz incluem George Coleman, Ran Blake, e Jim McNeely. Tocou fagote por 25 anos com músicos como Don Cherry, Paulo Moura, Karl Berger, orquestra de Mingus, Butch Morris. Também teve seus próprios conjuntos. Ministrou cursos de jazz na Escola Americana do Rio de Janeiro e nos conservatórios de St. Brieuc e Angoulême na França. É familiar com os desafios que cercam os instrumentistas que querem improvisar, mas não possuem experiência para tal. A Fundação d’artes de Westchester concedeu recentemente uma bolsa para estudo de sua obra Vistas de Hudson.
Natural da República Tcheca, país onde concluiu os cursos de Bacharelado, Licenciatura e Mestrado em Trompa. Integrou como solista várias orquestras sinfônicas se apresentando em diversos países da Europa. Foi professor do Conservatório Teplice v Cechách na República Tcheca e do Conservatório Carlos Gomes em Belém, Pará. Obteve vários prêmios como solista, dentre eles o “Primavera de Praga” e “Markneurkürchen”(Alemanha). Atualmente é solista da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Cláudio Santoro, Regente Titular da Orquestra de Sopros de Brasília - Brasilianka e integrante do Quinteto Brasília.
Ano da França no Brasil
Música de Câmara
- Professores do 29° FML
- Hye-Youn Park, piano
18h | Conferência
A Escola de Darmstad
Irna Priore GRATUITO
12h | Capela do Mãe de Deus
Camerata de Violões da UEL 15h | Hospital das Clínicas
Música e Saúde Unimed 21h | Maringá Orquestra de Cordas da Universidade de Brasilia -
regência: Glêsse Collet
Ricardo Mandolini nasceu em Buenos Aires em 1950. Lá estudou composição com Guillermo Graetzer e Francisco Kröpfl. Em 1977 ingressou na Escola Musikhochschule Köln em Colônia, Alemanha, para cursar música eletrônica com Hans-Ulrich Humpert. Através de uma bolsa de estudo, dedicou-se em 1982 às técnicas digitais de composição eletroacústica no estúdio EMS de Estocolmo. Obteve o certificado de Maturidade Artística outorgado pela Musikhochschule Köln em 1983. Recebeu da Confederação Internacional de Música Eletroacústica e da UNESCO o prêmio "Comité National de la Musique"em 1984 por sua peça "De mí huían los pájaros". É Doutor em Estética e Ciências da Arte pela Universidade Paris VIII, título obtido em 1987. A partir de 1988 tornou-se mestre de conferências do Departamento de Estudos Musicais da Universidade Lille III, tendo se tornado professor nesta instituição em 1998 e posteriormente diretor deste departamento.
Leciona as matérias de Composição Musical, Criação Musical, Música Eletroacústica e História da Música do século XX. Em 1993 tornou-se orientador de pesquisas na Universidade Paris I – Pantheón-Sorbonne. No ano de 1996 fundou, junto com Jean-Marc Chouvel, o Studio de Musique Électroacoustique du Nord. Sua peça "Los enemigos del hombre de conocimiento" lhe valeu o prêmio Trinac de 1997, concedido pelo Conselho Internacional de Música, UNESCO e o Conselho Argentino de Música. Em 2000 foi co-responsável pela organização do Colóquio Internacional "Autour de la musique électroacoustique". Participou do colóquio "Manières de production des sons", organizado pelo Centro de Estudos de Artes Contemporâneas da Universidade Lille III em 2002. O Conselho Internacional de Música o indicou para o prêmio Trinac pela peça "Presentimientos" em 2002, mesmo ano em que recebeu o prêmio Magistério do 29º. Concurso Internacional de Música e Arte Sonora Eletroacústica de Bourges pelas peças "La noche en que los peces flotaron", "La queja del Dios" e "El Cuaderno del Alquimista". Participa das jornadas de eletroacústica organizadas pelo Conservatório Nacional de Lion. É membro fundador da Associação dos Educadores de Música Eletroacústica. Organizou concertos eletroacústicos em 2004, difundidos por Acousmonium como parte das atividades prévias para a rede temática "Le geste acousmatique", assim como a Primeira Jornada de Estudos de Rede Temática. Esteve na Argentina com a missão de estabelecer mudanças acadêmicas nas universidades argentinas. Compôs por encomenda do Studio IMEB a peça "Elogio de lo efímero". Em 2005 participou da jornada de rede temática "Le geste acousmatique", "Zukunftsmodelle für das Elektronische Studio" simpósio organizado pela Musikhoschschule de Colônia, e do Colóquio Internacional sobre a análise perceptiva da música eletroacústica organizada pelo Conservatório de Mons. Ricardo Mandolini representou as universidades francesas no encontro da Rede das Universidades da América Latina sob os auspícios da Cooperação Regional Francesa para a Argentina, Chile, Brasil, Paraguai e Uruguai (EGIDE). Participou do seminário de Heurística Musical na Universidade III de Febrero, em Buenos Aires, no evento internacional "Instrumentos tradicionais - música contemporânea" que aconteceu no lago Titicaca, Bolívia, sob o patrocínio do Ministério des Affaires Etrangères. Realizou conferências na UNICAMP e na Universidade de Loyola (Bolívia). Foi professor convidado da Universidade de Colônia em 2007; é autor de artigos sobre criação musical e música eletroacústica.
Mestre pela Hartt School of Music, o pianista Fábio Witkowski é o chefe do departamento de música da Hotchkiss School, nos Estados Unidos. Já se apresentou em vários festivais de renome internacional, entre eles o Tanglewood Institute, o Prague Piano Festival, e o Amalfi Coast Music Festival, na Itália, onde tem atuado como pianista e professor pelos últimos 10 anos. Como solista, já se apresentou na China, Alemanha, Espanha, República Checa e Itália. Nos Estados Unidos, mantém uma agenda de concertos nas cidades de Boston, Nova Iorque, Hartford, Chicago, Washington e Milwalkee, incluindo concertos no Carnegie Hall e no Kennedy Center. Considerado pela crítica como “um pianista de porte, tocando passagens de bravura, sensibilidade e agilidade”, já se apresentou com os quartetos de cordas Emerson, Guarneri, e Fine Arts, além de se apresentar frequentemente em concertos com sua esposa Gisele Witkowski, com o Witkowski Piano Duo. Também se apresentou como solista junto à Hartford Symphony Orchestra, Orquestra Sinfônica de Santo André, Orquestra Sinfônica de São Bernardo do Campo, Orquestra L’Estro Armonico, Orquestra Sinfônica Paulista e Hartt Symphony Orchestra.
Após concluir o seu mestrado na Manhattan School of Music, Gisele Witkowski fixou residência nos Estados Unidos, onde tornou-se diretora do departamento de piano da Hotchkiss School. Aclamada pela crítica de Nova York como "a estréia mais genuinamente fascinante ouvida nos últimos tempos", por ocasião de seu recital solo no Carnegie Hall, como vencedora do concurso 26th Artists International Young Artists Piano Award, Gisele vem atuando intensamente em recitais por todo o Brasil, Estados Unidos, China e Europa. Seus concertos com orquestra incluem apresentações com a Orquestra de Piracicaba, Orquestra Filarmônica de São Bernardo do Campo, Orquestra Filarmônica de Rio Claro, Hartt Symphony Orchestra, Orquestra Sinfônica Paulista e Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo. Como camerista, já se apresentou com o Quarteto de Cordas da Cidade de São Paulo, com o Fine Arts Quartet, além de apresentar-se regularmente com o seu marido, Fabio Witkowski, como parte do Witkowski Piano Duo. Já ministrou aulas e Master classes nos festivais de Ourinhos, São João Del Rey, e no Amalfi Coast Music Festival, onde tem atuado por 9 anos como pianista e professora.
– Piano a 4 mãos
Obras de Samuel Barber, Francisco Mignone, Heitor Villa-Lobos,
Aylton Escobar e ronaldo Miranda
O Regional Carioca é um dos mais jovens conjuntos de choro do Rio de Janeiro. Atua desde 2002 com um objetivo específico: dar continuidade ao trabalho dos conjuntos ‘Época de Ouro’ e ‘Regional do Canhoto’ criados respectivamente por Jacob do Bandolim em 1964 e por Canhoto na década de 40. Três de seus cinco componentes vêm de famílias tradicionais do choro: o bandolinista Tiago Souza é filho do ronaldo do Bandolim, a cavaquinista Ana Rabello e o violonista Julião são filhos do poeta e compositor Paulo César Pinheiro e da cavaquinista Luciana Rabello.
O pandeirista Marcus Thadeu e o violonista Rafael Mallmith são professores da Escola Portátil de Música do Rio de Janeiro.
Violinista, maestro e professor de renome internacional diplomou-se em violino pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná, BR. Fez Bacharelado em Educação Musical (BSMED) pela Tennessee Technological University, USA, Mestrado em Música (MMUS) pela Andrews University, USA e Doutorado em Artes Musicais (DMA) pela Michigan State University, USA. Fez cursos de extensão nas seguintes universidades: Virginia Commonwealth University
USA, Indiana University em Bloomington USA, Western Michigan University em Lausanne SUÍÇA e na University of Michigan em Ann Arbor USA.<br>
Realizou mais de 2500 concertos como spalla, solista e regente de inúmeras orquestras profissionais nas Américas e na Europa, incluindo a Rússia e Itália regendo a Orquestra Sinfônica de São Petersburgo e a Orchestra d’Archi di Pescara.
O maestro Paulo Torres desempenha atualmente as funções de Diretor Musical e Artístico da Orquestra de Câmara Brasileira, Diretor Musical e Artístico da Orquestra de Câmara da Universidade Pontifícia Católica do Paraná, Spalla e Maestro Adjunto da Orquestra Sinfônica do Estado do Paraná e Professor Titular de Violino e da Escola de Música e Belas Artes do
Paraná.
É sobrinho-neto do grande compositor paranaense Bento Mossurunga.
Discípulo de Pierre Founier, com quem estudou em Genebra, Del Claro é um dos mais conhecidos artistas brasileiros de sua geração e é presença constante nas principais salas de concerto do Brasil.
Grande divulgador da música brasileira, realizou primeira audição mundial de várias obras para violoncelo que lhe foram dedicadas pelos compositores Camargo Guarnieri, Claudio Santoro, Osvaldo Lacerda, Almeida Prado e Sérgio Vasconcelos.
Suas atividades não se restringem à carreira solo. Sua preocupação com a formação de jovens instrumentistas o faz dedicar-se ao ensino do instrumento, tanto em atividades acadêmicas, quanto na organização e direção de festivais e encontros de cordas , bem como em suas atuações como regente/convidado junto a diversas orquestras de câmera brasileiras.
Atualmente é Diretor e Regente da Orquestra de Câmera da Fundação Carlos Gomes, em Belém- Pará.
Concertista e professor de violão, Luciano Lima tem desenvolvido carreira como solista e camerista, apresentando-se no Brasil, Canadá e Estados Unidos. É doutor (D. Mus.) pela “Université de Montréal” (Canadá), mestre pela “McGill University” (Canadá) e bacharel em violão pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná. Estudou com Richard Provost (EUA), Luiz Cláudio Ribas Ferreira e Peter McCutcheon (Canadá). Como violonista e arranjador, integrou a “Orquestra à Base de Corda” do Conservatório de MPB de Curitiba; o trio “Cabuloso”, formado com o flautista venezuelano René Orea Sánchez e a percussionista Aglaê Frigeri; e o duo “Zanin e Lima” com o violonista Fabiano Zanin. Fez parte do quadro de professores do Conservatório de MPB de Curitiba, da “École des jeunes” e do “Service d’activités culturelles” da “Université de Montréal”, no Canadá, e da 20ª e 27ª edições da Oficina de Música de Curitiba.
Participação especial Aglaê Frigeri, percussão
No programa
Radamés Gnattali, Ralph Towner, Cláudio Menandro,
John Lennon/ Paul McCartney
Big Band PLaenge | Formada pelos alunos de prática de Big Band, oriundos de várias regiões do país, é dirigida pelo Maestro Vítor Gorni que, durante o Festival, apresenta um repertório variado da música escrita para esse gênero musical.
TEATRO UNIVERSITÁRIO OURO VERDE | Dia 19/7 | 10h30
Os Cursos para Crianças são sinônimos de Colônia de Férias e, ao participarem do Festival, os pequenos podem frequentar, em dois períodos, as práticas de Coral Infantil, Iniciação ao Violino e Violoncelo pelo Método Suzuki e Flauta Doce.
O Festival de Música de Londrina acolhe estas crianças dedicando-lhes um espaço especial para apresentarem os resultados das oficinas desenvolvidas durante o Festival.