“Uma Noite na Ópera” traz trechos de óperas famosas
No Zaqueu de Melo alunos da oficina de ópera do FML encantam com Verdi, Rossini e outros compositores de operas famosas
por Ascom 29º FML / Alea - Doc
 
Alunos da oficina de ópera do FML / Devanir Parra
Os alunos da oficina prática Ópera de Stúdio, ministrada pela professora Denise Tavares de Brasília (DF), no 29º FML realizam, na quinta-feira (23), uma mostra de trechos de óperas famosas. São árias, duos, trios, grandes grupos, segundo a professora. A apresentação está marcada para às 18 horas, no Teatro Zaqueu de Melo.Melo (av: Rio de Janeiro, nº 413). “Uma Noite na Ópera” é aberta ao público.

No repertório, os 20 alunos da oficina, apresentam trechos de óperas de Mozart, Rossini, Bizet, Humperdinck, Verdi, Lehar e outros. De Mozart serão cantados trechos de “As Bodas de Fígaro”, “Flauta Mágica”, “Così Fan Tutte”. De Rossini, “O Barbeiro de Sevilha”. De Bizet, “Carmen”. De Humperdinck, “João e Maria”, De Verdi, “La Traviata”. De Lehar, “A Viúva Alegre”. “A apresentação estará muito bonita”, afirma a professora Denise Tavares.


As óperas

“As Bodas de Fígaro”, 1785, conta a história de Fígaro e Susanna, servos do Conde e da Condessa Almaviva. Eles estão noivos e o Conde mantém um longo assédio sexual a Susanna o que a faz duvidar que este venha a cumprir a sua promessa de abolir o tão odiado Direito do Senhor, que estabelecia a prerrogativa de se deitar com a serva antes de a entregar ao futuro marido.

Em “Così Fan Tutte”, 1790, ou “Assim Fazem Todas” os personagens apostam que nenhuma mulher é capaz de ser fiel. Diante disso cada um começa a paquerar a namorada do outro, como forma de provar o que dizem.

Em “A Flauta Mágica”, 1791, este instrumento é dado, como uma arma, por uma fada a um príncipe para vencer seus inimigos. Rossini conta a história de Fígaro, em “O Barbeiro de Sevilha”, 1816. Um barbeiro que é uma espécie de faz tudo: desde arranjar casamentos, ouvir confissões, espalhar boatos é tido como um prodígio de imaginação.

Uma bela cigana que vive o prazer da liberdade de amar. Este é o foco da ópera “Carmen”, de Bizet. Ela trabalha em uma fabrica de tabacos na Sevilha do século XIX e seduz os homens com sua beleza. “A Viúva Alegre”, de Lehar conta a história de uma viúva de posses que vive em um país muito pequeno, chamado “Pontevedrino”. O embaixador do local teme que ela gaste seu dinheiro na capital francesa e então decide arranjar um pretendente para seduzi-la e casar .

“La Traviata” é uma ópera em quatro atos de Giuseppe Verdi, baseada no romance A Dama das Camélias, de Alexandre Dumas Filho. La Traviata (A transviada) foi a primeira ópera realista do compositor e uma das mais controvertidas: ele sabia que a natureza do tema provocaria o público, e por isso não ficou surpreso com o fracasso da obra na sua estréia no Teatro La Fenice, de Veneza, em 6 de março de 1853. Mas no ano seguinte reestreou, em outro teatro veneziano, alcançando um êxito enorme. Desde então, La Traviata permanece como um dos títulos de ópera mais queridos do público e um dos mais conhecidos e interpretados do amplo repertório de Verdi.

FML